lundi 16 janvier 2012
ENTRE O PRECONCEITO E A ALEGRIA DE SER AMANTE
Uma das principais causas do fim de um relacionamento, a infidelidade destrói a auto-estima e a confiança dos casais e pode acabar com as bases de uma relação. Homens e mulheres traem por motivos diferentes, mas ninguém está livre do risco de cometer erros ao longo da vida. Mas mesmo sabendo de tudo isso, cerca de 40% de 100 entrevistados de uma pesquisa confessaram que têm ou já foram amantes. E no século XXI, a figura do amante que está relacionada à infidelidade e traição, ganha todas as homenagens amanhã, dia 22 de setembro. Mas como é ser amante em 2003? Será que com toda a liberdade que os tempos permitem, ser amante é uma boa? E a mulher que conquistou seu espaço no mercado de trabalho aceita viver no anonimato em nome de um amor proibido? Maria de Nazaré, 44 anos, advogada, viveu como amante durante 15 longos anos. “Quando o conheci, era uma jovem recém formada e cheia de sonhos. Ele nunca me enganou, aceitei ser a amante porque me apaixonei. É verdade que tem seu lado ruim, mas os bons momentos compensam toda tristeza”, conta ela que garante que o caso só terminou devido a morte do amado. Vantagens também são descritas pela vendedora Regina de 24 anos. “Você só encontra com a pessoa quando ela está de bom humor e as manifestações de carinho costumam ser sinceras”, diz Regina, que mantém um relacionamento de dois anos com um homem casado. “Cada encontro é uma emoção, um coisa diferente. Acho que nunca vou me enjoar dele”, acredita. Entre as desvantagens Regina cita a de saber “que a pessoa vai dormir com a esposa e não pode estar com a gente sempre que quer”. A professora Ana Silveira, 32, concorda. Ela teve um amante durante 15 anos e passou, várias vezes, sozinha datas como Natal e o seu aniversário. “Nessas horas é muito difícil”, diz. Hoje em dia, ela afirma que não se envolveria com um homem casado, mas diz que não se arrepende. “Eu estava muito apaixonada”. Mas não é só a mulher que pode ser amante. Só para lembara um caso famoso nos últimos tempos: o do ex-presidente norte-americano Bill Clinton que assumiu ter“mantido relações impróprias” com sua estagiária, Monica Lewinsky, dentro da Casa Branca. Pelas declarações da ex-estagiária as relações foram mais do que impróprias. Monica, como boa parte das mulheres que se envolve com homens casados, parece ter sido o tipo de amante que acredita em conversa do homem casado que diz ter um “casamento em frangalhos”. Segundo a famosa estagiária, o presidente não teria descartado a possibilidade de que, em quatro anos, quando acabasse seu mandato, os dois pudessem viver um “happy end”. A ficção também é prodiga em tipos de amantes. Uma das amantes mais famosas foi interpretada por Glenn Close no filme “Atração Fatal”. Ela é uma espécie de “heroína” das amantes que se sentem enganadas e vão à forra. No filme, tenta se vingar de todas as maneiras do ex-amante. Moralista, o filme dá um fim trágico para a moça, e a família dele, ameaçada, volta aos trilhos. Embora na vida real poucas mulheres cheguem a esse ponto, a sede de vingança está presente na cabeça de muitos amantes. “Tive vontade de esganá-lo e ao mesmo tempo de morrer também”, diz a professora Carla, de 34 anos. Ela esteve envolvida por três meses com um homem casado, que disse para ela o tempo todo que era solteiro. “Quando descobri, por conta própria, fiz um escândalo e por pouco não liguei para a mulher dele contando tudo”, recorda Carla que chegou a ligar várias vezes para a casa do ex-amante, sem saber que ele tinha uma esposa. Mas muitas mulheres que viram amantes sabem exatamente onde estão se metendo. É esse o caso de Míriam, de 22 anos, que teve um caso de seis meses com um homem comprometido. “No início tudo era uma brincadeira e queria só me divertir um pouco, só que acabei me apaixonando”, conta. Segundo ela, quando o romance engrenou passou a achar que o amante poderia se separar da mulher para ficar com ela. “Hoje me sinto uma ridícula quando lembro que sonhava com o dia em que ele ia largar a esposa para ficar comigo. No caso dos amantes, o amor quase nunca triunfa”, diz. Míriam se envolveu com um homem casado quando tinha apenas 17 anos. E de acordo com ela, muitas de suas amigas já tiveram o mesmo tipo de envolvimento. “Acho que cada vez mais as garotas novas ficam com homens casados. A gente já pensa assim quando conhece alguém: ele é muito perfeito deve ter algum defeito, deve ser casado”. No caso de Míriam, a paixão era cada vez mais alimentada pelo amante. “Ele dizia que não era casado no papel, por isso a qualquer momento poderia deixar a esposa. Além disso, vivia reclamando dela, dizendo que era chata e que os dois não se entediam”, conta. A estudante Luíza, hoje com 21 anos, tinha 18 e trabalhava como estagiária de uma empresa quando se envolveu com um de seus chefes, de 44 anos. Assim como Monica Lewinsky, ela afirma que não manteve relações sexuais com o chefe. “Não cheguei a transar com ele para não me envolver demais”. Mesmo assim, ela ainda guarda o cordão de ouro com a inicial de seu nome que ganhou do chefe no dia 22 de setembro de 1999 como presente do Dia do Amante. Apesar de ter gostado do presente - “foi uma prova de que ele era apaixonado por mim” - ela logo terminou o caso. “Poderia me machucar muito e me prejudicar profissionalmente”, diz.
O que leva homem e mulher à traição?
Na maioria das vezes, as pessoas traem quando o relacionamento não atinge suas expectativas. De acordo com a psicóloga e psicoterapeuta Olga Tessari, na maioria das vezes a pessoa trai porque está em busca de algo que o parceiro não oferece, quando o diálogo entre o casal não existe mais. A pessoa acaba procurando uma saída, aparentemente, mais fácil. “O homem também trai para provar sua masculinidade, porque a sociedade espera que ele se mostre assim”, diz Olga.
Como descobrir a existência de outro (a)
Se você está há algum tempo com seu companheiro, observe seu comportamento, como não vir para casa no mesmo horário de costume, sumir sem dar notícias, se irritar com você por qualquer coisa. Essas atitudes não são sintomas da traição, mas mostram que alguma coisa não está bem no relacionamento e um dos dois pode acabar traindo. Os homens têm mais dificuldades em descobrir quando estão sendo traídos. Eles não costumam reparar em comportamentos típicos das parceiras. Os homens desconfiam de traição, na maioria das vezes, quando a companheira se nega a fazer sexo com freqüência. Quando se trata de superar uma infidelidade, é melhor buscar ajuda profissional do que o aconselhamento de um amigo ou amiga. Um conselheiro matrimonial pode proporcionar a discrição, naturalidade, neutralidade e experiência necessários para superar o problema.
Relações extraconjugais, um risco a mais para o coração?
Más notícias para quem trai o parceiro. O cardiologista britânico Graham Jackson, falando em um congresso europeu sobre saúde sexual, em Hamburgo, avisou que manter relações sexuais extraconjugais pode aumentar o risco de ataques cardíacos. O especialista do hospital St. Thomas, de Londres, descobriu que casais que mantêm relacionamentos duradouros são menos propensos a sofrer ataques do coração quando fazem sexo do que aqueles que têm casos ou que ficam com uma pessoa por apenas uma noite. “Descobrimos que 75 por cento dos casos de morte súbita durante a atividade sexual envolviam pessoas que estavam fazendo sexo fora do casamento”, disse o Dr. Jackson. Segundo o especialista, o perigo de que um colapso cardíaco ocorra durante a relação sexual extraconjugal é ainda maior quando existe uma diferença de idade significativa entre os dois parceiros. Jackson explicou que, embora os batimentos do coração acelerem consideravelmente durante a atividade sexual, sua pesquisa descobriu que os casais que mantêm relacionamentos duradouros, em geral, não correm risco de colapso. A medição da pressão arterial e dos batimentos cardíacos mostrou, segundo o médico, que o sexo pode em geral ser comparado a uma caminhada de 20 minutos. O orgasmo significaria para o coração o mesmo que caminhar e em seguida subir correndo um lance de escadas. Por outro lado, o médico garantiu que, de modo geral, apenas um por cento dos ataques cardíacos é causado pela atividade sexual.
A DOR OU A DELÍCIA DE SER AMANTE?
As más línguas comentam que sou amante. Será despeito, ciúme, inveja, suspeita?! Não sei quais dos sinônimos, mas só sei que podem falar mesmo, porque sou amante e não nego. Sei também que os amantes sonham. Os amantes vivem. Os amantes realizam. Os amantes tomam conta um do outro. Não discutem, poupam os momentos e sentem saudades. E a idade é completamente irrelevante. Ser amante é como voltar à puberdade. É sentir ansiedade, vibrar e deleitar. Apenas porque o outro existe. Quero ser amante sempre, desaparecer, não dar notícias, mas não ter ataques cardíacos; quero ser amante, sim, da vida, quero morrer de AMOR pela VIDA. Amo as cores da vida. Adoro ser amante da vida, é claro e dele também, “meu Lindão”, sou amante consciente, bem resolvida. Mas afinal o que é ser amante?
Uma vez “Lindão” disse-me que amante é algo pelo que alguém se apaixona, não precisa de ser necessariamente uma mulher, mas algo que nos faça realmente feliz, algo com que a pessoa se sinta bem. Ele costuma dizer-me que eu sou um lugar bom no meio de tantas dores.
Muitas pessoas questionam-se como existem mulheres que ainda acreditam nessa conversa de homem. E eu digo que cada um tem a opção de acreditar ou não, ser feliz ou ser infeliz, porque existem todos os tipos de homem e nós mulheres sabemos diferenciar um a um. Há homens que traem porque simplesmente não conseguem ser fiéis e normalmente não é aquele que tem uma amante fixa (a amante fixa dá muito trabalho, acredite!) são aqueles homens que ficam com uma aqui, outra ali, os ditos garanhões.
E dizer que eles nunca abandonarão a mulher, isso é totalmente relativo, pois depende de uma série de fatores. É claro que sonho que um dia ele possa ficar comigo. Todas as amantes no fundo sonham com isso, mas isso é uma decisão dele, não minha, são coisas que têm que ser conversadas e esclarecidas.
Por que procurar outra se não por o seu casamento estar falido? Quem tem uma mulher de verdade não precisa de outra. E como afirmei anteriormente, neste espaço contém “mes vérités absolues” despida do pudor, sincera, verossímil e por isso falarei da condição de ser amante em alguns textos. Para compreender melhor a relação entre casais amantes, inicio com a transcrição de uma entrevista com a Dra Olga Inês Tessari no próximo post.
dimanche 15 janvier 2012
La Vie En Rose - Edith Piaf
Des yeux qui font baisser les miens,
Un rire qui se perd sur sa bouche,
Voilà le portrait sans retouche
De l'homme auquel j'appartiens
[Refrain]
Quand il me prend dans ses bras
Il me parle tout bas,
Je vois la vie en rose.
Il me dit des mots d'amour,
Des mots de tous les jours,
Et ça me fait quelque chose.
Il est entré dans mon coeur
Une part de bonheur
Donc je connais la cause.
C'est lui pour moi,
Moi pour lui dans la vie,
Il me l'a dit, l'a juré
Pour la vie.
Et dès que je l'aperçois
Alors je sens en moi
Mon coeur qui bat
Des nuits d'amour à plus finir
Un grand bonheur qui prend sa place
Des ennuis des chagrins s'effacent
Heureux, heureux à mourir.
Quand il me prend dans ses bras
Il me parle tout bas,
Je vois la vie en rose.
Il me dit des mots d'amour,
Des mots de tous les jours,
Et ça me fait quelque chose.
Il est entré dans mon coeur
Une part de bonheur
Donc je connais la cause.
C'est toi pour moi,
Moi pour toi dans la vie,
Il me l'a dit, l'a juré
Pour la vie.
Et dès que je l'aperçois
Alors je sens en moi
Mon coeur qui bat
A Vida Cor-de-rosa
Olhos que fazem baixar os meus
Um riso que se perde em sua boca
Ai está o retrato sem retoque
Do Homem a quem eu pertenço
(Refrão)
Quando ele me toma em seus braços
Ele me fala baixinho
Vejo a vida cor-de-rosa
Ele me diz palavras de amor
Palavras de todos os dias
E isso me toca
Entrou no meu coração
Um pouco de felicidade
Da qual eu conheço a causa
É ele pra mim,
Eu pra ele na vida,
Ele me disse, jurou
Pela vida.
E assim que eu o vejo
Então sinto em mim
Meu coração que bate
Noites de amor que não acabam mais
Uma grande felicidade que toma seu lugar
Os aborrecimentos e as tristezas se apagam
Feliz, feliz até morrer
Quando ele me toma em seus braços
Ele me fala baixinho
Vejo a vida cor-de-rosa
Ele me diz palavras de amor
Palavras de todos os dias
E isso me toca
Entrou no meu coração
Um pouco de felicidade
Da qual eu conheço a causa
É ele pra mim,
Eu pra ele na vida,
Ele me disse, jurou
Pela vida.
E assim que eu o vejo
Então sinto em mim
Meu coração que bate
Paris, Le Vie en Rose - Edith Piaf
Inscription à :
Articles (Atom)

